Memória

A cultura mosqueirense está vinculada à memória das tradições cultivadas por décadas nas atividades praianas em contato com a natureza, encontros, namoros entre outras lembranças fortificaram a relação de veranistas com a ilha de Mosqueiro, estabelecendo laços com a região, fatos que também viraram referência na história cotidiana dos mosqueirenses. Assim como eventos tradicionais em tempos de carnaval na sede do Pedreira Esporte Clube e do antigo Praia Bar. Praças, mercados, igrejas, etc. são referências no resgate da memória.

Cultura - Trapiche Vila

Quadra Junina e Carnaval

A quadra junina e o carnaval enquadram os ritmos da época atraindo um público fiel a essas tradições folclóricas, manifestado por grupos organizados na região que realizam apresentações para o deleite dos espectadores em eventos públicos.

Culinária

A culinária mosqueirense ganhou espaço com pratos à base de pescado, filhote, pescada amarela, dourada e camarões regionais. Assim como a tapioca, ostentam-se como símbolos da culinária local, acompanhados com sucos extraídos das frutas amazônicas, contribuem significativamente para mix de sabores regionais.

Religião

A cultura religiosa ultrapassa décadas em várias localidades do Distrito de Mosqueiro com homenagens a vários santos da igreja católica, como Nossa Senhora do Ó, Nossa Senhora da Conceição, São Pedro e Santa Rosa de Lima, além do culto umbandista a Iemanjá, Rainha do Mar.

Cultura - Círio de Nossa Senhora do Ó

Arte

A ilha também abriga talentosos artistas plásticos que desenvolvem pinturas e artesanatos em madeira e outros materiais, nesse quesito, as tradicionais varetinhas de Mosqueiro conhecidas, como “varinhas do amor” esculpidas a mão. A imagem em mosaico do cantor Cazuza é uma obra do artista paraense Hernandes Havishe, nascido em Baía do Sol.

Cultura - Varinha do Amor
Cultura - Arte

Crendices populares

A crendice popular manifesta-se no imaginário mosqueirense, nos causos contados pelos moradores antigos, como a lenda do Boto, da Cobra Grande, do Padre sem Cabeça, da Mulher Encantada, da Matinta e do chupa-chupa, este último com relatos marcantes de várias pessoas da comunidade da Baía do Sol, uma vez que trata da presença de OVNI’s na região. Muitas dessas histórias foram registradas em livros de escritores locais que também se dedicam a produzir poesia.

Com informações do blog http://mosqueirosustentavel.blogspot.com/